segunda-feira, 8 de abril de 2013
David Eick - O Caminho Para a Libertade
terça-feira, 20 de novembro de 2012
A Grande Fraude do Aquecimento Global
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Jordan Maxwell - A Tomada de Poder no Planeta Terra
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Não Verás Democracia Jamais !!!
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
O Leão Não Dorme Mais
terça-feira, 19 de abril de 2011
A Queda da República
No documentário a seguir vocês verão a verdadeira face do governo Obama, da pseudo-ciência do aquecimento global como culpa dos seres humanos e muitas mais.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Julian Assange e a Time

quinta-feira, 29 de julho de 2010
Por Favor, Não Toquem o Hino Nacional

terça-feira, 6 de julho de 2010
Mídia e Ufos - Porque escondem o segredo?
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Imprensa, Tempo e Desinformação
domingo, 4 de abril de 2010
Mídia e a Vacina Contra o Vírus H1N1
segunda-feira, 29 de março de 2010
A Mentira Obama
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Climagate - A maior fraude científica da história

No final do ano passado um hacker russo invadiu os sistemas de e-mails da Climate Research Unit (CRU), da Universidade de East Anglia no reino Unido, trazendo à tona milhares de correspondências que alguns dos mais destacados cientistas defensores da tese do aumento de temperatura mundial trocaram entre si, durante as fases que sucederam o relatório do IPCC.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Democratização da Mídia e Educação

Do site do Observatório da Imprensa
Por Valério Cruz Brittos e Nadia Helena Schneider em 8/12/2009 | |
A forte concentração dos meios de comunicação de massa representa um obstáculo para que o país se reconheça enquanto nação plural, comprometendo a diversidade informativa e cultural. Ante tal cenário, é relevante uma ampla discussão, com a participação de todas as visões presentes na sociedade, sobre o papel do Estado como esfera de regulação e fomento do sistema comunicacional. Isso porque cabe ao ente estatal definir políticas públicas de comunicação, educação e tecnologia, assim combatendo ações homogeneizantes e auxiliando na construção de processos midiáticos que permitam ao Brasil compreender-se em sua totalidade e desenvolver-se enquanto país de muitos rostos e vozes. Nesse sentido, a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) é um importante espaço de reflexão sobre as políticas de regulação da mídia, sobretudo das operações sob concessão pública (rádio e televisão abertos). Entre outros propósitos, a Conferência deve trazer à tona diferentes pontos de vista, revelando ser indispensável definir responsabilidades com a informação pública de qualidade, assim como o caráter educativo que nela deve estar presente, construindo uma agenda não-mercadológica a ser seguida pelos veículos. A relevância da discussão desde o ângulo educacional pauta-se na constatação do grande público das indústrias culturais, em especial da TV, e da inegável força da mídia como produtora de sentidos e significados, com repercussão generalizada. Portanto, há uma dimensão socializadora nas ações da mídia que não pode ser menosprezada, visto que ela legitima valores e estimula comportamentos, através de seus programas, imagens e mensagens, ocasionando uma reconfiguração sócio-cultural, da qual faz parte. Interatividade e Canal da Educação A partir deste aspecto, é primordial, frente às mudanças provocadas pela digitalização, refletir como estão sendo desenvolvidas as políticas públicas e como devem ser definidos novos marcos regulatórios, para superar a concentração oligopólica e estimular os meios a cooperarem na promoção de melhorias do processo educacional, minimizando as desigualdades sociais. O Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) tem papel a cumprir na inclusão social dos cidadãos, na democratização da radiodifusão e na criação de uma rede universal de educação à distância, metas previstas no Decreto Presidencial 4901. Tais objetivos consideram a relevante presença dos elementos midiático-tecnológicos na sociedade, que vêm transformando o modo dos indivíduos comunicarem-se, relacionarem-se e construírem conhecimentos, movimento potencializado com a digitalização. A escola, como espaço formal de educação, não pode ficar alheia a essas mudanças, sendo relevante refletir sobre a integração dos meios de comunicação no espaço de ensino e aprendizagem, em sua dimensão de ferramenta pedagógica para promover uma educação para e pela mídia. Pensar a responsabilidade social midiática exige uma reflexão sobre a importância de políticas públicas que também contemplem a educação nas áreas comunicacionais, valorizando a formação dos cidadãos e evitando que os meios funcionem basicamente como mecanismos favorecedores da dinâmica de acumulação de capital, beneficiando uma minoria. A discussão sobre a TV digital merece atenção especial, dadas as perspectivas que se abrem ao campo educacional. No sentido de promover a educação diante das inovações tecnológicas, duas são as expectativas voltadas para a operação da televisão digital: a possibilidade da interatividade, citada no artigo 6 do Decreto 5.820, que implantou o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T); e a abertura do Canal da Educação, mencionado no artigo 13 do referido diploma legal, atualmente em fase de planejamento, sob a coordenação do Ministério da Educação (MEC). Compreensão, tecnologia e capacitação A interatividade, uma característica dos novos meios digitais, vai ao encontro da necessidade de inovações nas práticas pedagógicas. A capacidade de interação entre o telespectador e a emissora e a convergência com outros aparelhos abrem ainda mais o leque de opções aplicativas de uso e propiciam o vislumbre preliminar de quais seriam os recursos que poderiam ser explorados nos processos de ensino-aprendizagem, na apropriação dos elementos de linguagem e nas alternativas técnicas para produção e transmissão do conhecimento. Pensar um canal educativo público aberto, com lógicas não-comerciais, portanto, comprometido com a variedade cultural do país, a produção audiovisual nacional e um jornalismo plural, tem uma função importante na construção educacional da sociedade brasileira. Diante do exposto, aprofundar a discussão sobre a democratização da comunicação na Confecom é simultaneamente falar de cultura humana, economia, política, educação e desenvolvimento tecnológico, dentre outros temas que permeiam os espaços midiáticos. É ainda uma tentativa de assegurar bases democráticas para as mídias eletrônicas, na busca de atualização da legislação, defasada no passar de décadas. Concluindo, é importante ressaltar que educar através das novas mídias exige que educadores e comunicadores abracem alguns objetivos comuns: a compreensão intelectual dos meios, o domínio da tecnologia e a capacitação para sua utilização livre e criativa. O caminho de promover uma educação pela mídia significa tanto comprometer emissoras a ofertar mais e melhores programas ao público, quanto lutar por mais canais educativos no sistema aberto de televisão. | |
domingo, 6 de setembro de 2009
BRASIL S/A.

Chega hoje ao Brasil, dia 6 de setembro de 2009, o presidente da França, Nicolas Sarkozy.
Não, ele não vem ao Brasil discutir com nosso representante máximo, parcerias na educação, troca de tecnologias na área de saúde, energia e construção.
Ele também não está aqui para falar sobre política econômica internacional e pedir apoio ao Brasil para pressionar a diminuição dos juros de financiamento aos países pobres ou a diminuição dos bônus aos executivos dos bancos que até há pouco tempo estavam sendo salvos com o dinheiro da população.
Ele também não veio se reunir com nossos políticos afim de refletir sobre o futuro do planeta e dos povos face aos problemas profundos que certamente todos nós enfrentaremos em breve com as mudanças climáticas.
Ele trouxe a esposa, mas não estão aqui para discutir a importância das artes, da literatura de qualidade e sua divulgação, ou criar estratégias conjuntas para evitar que o lixo cultural das televisões desvirtuem a visão ética de nossa população.
Ele está aqui para vender submarinos á nossa marinha, que certamente usará dinheiro público, nosso dinheiro, afim de manter uma frota sempre alerta para proteger os interesses dos acionistas da Petrobrás.
Nossos presidentes também fazem esse papel ridículo de representantes comerciais quando desembarcam em outras praias para vender etanol, laranjas, calcinhas, malas para viagem, sabonete, armas, etc.etc.etc.
Somos governados atualmente, todos nós, praticamente no mundo inteiro, por representantes comerciais. Alguns mais estudados e espertos se tornaram consultores de venda, mas a maioria é vendedor mesmo, iguais aqueles que chegam com palm top na padaria da esquina.
Esses caras representam outros interesses que estão acima dos interesses da população. Eles representam interesses que estão acima da educação, da saúde, da cultura, do pleno emprego, etc. Essas coisas não dão lucro, por isso que a gente não vê o presidente gastar tempo, energia e dinheiro, defendendo a qualidade da saúde, brigando com a oposição para a construção de novos e mais modernos hospitais como briga atualmente para aprovar a urgência do pré-sal.
Já repararam que quando se trata de algo que seja lucrativo para os empresários e banqueiros as discussões se tornam acirradas?
E onde entra a mídia, os meios de comunicação e informação nesse jogo? O papel deles é o mesmo que o papel de jornalzinho de empresa. Já viu jornalzinho de empresa falar mal da empresa? Já viu jornalzinho de empresa falar mal dos caras que são donos ou que administram a empresa? Já viu jornalzinho de empresa alertar seus funcionários contra a exploração da empresa?
Claro que não!
A empresa, ou seja, os donos da empresa e a administração da empresa estão acima de qualquer outra coisa.
Então, reflitam com cuidado e reparem que, se os nossos presidentes fizeram e ainda fazem o papel de representantes comerciais, vivemos então, há muito tempo, não mais num país, mas numa empresa. Somos apenas a figuração, um mal necessário que faz a empresa funcionar.
Está tudo escrito lá, todos os dias, como será fechado o negócio, quem vai lucrar, e quem vai pagar a conta. Está tudinho lá, todos os dias, nos jornaizinhos da empresa.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
A MÍDIA E A NOVA ORDEM MUNDIAL

A MÍDIA E A NOVA ORDEM MUNDIAL
Já faz algum tempo comecei a pesquisar sobre o Clube Bilderberg. Um grupo de multibilionários, banqueiros e políticos de mais alto escalão que se reúne secretamente de tempos em tempos, discretamente, com apoio incondicional da mídia, que faz de tudo para nos manter insconscientes dos fatos.
É assustador pensar que o que eles mais desejam é o que chamam de "Nova Ordem Mundial". Se tudo der certo e as expectativas desses senhores e senhoras se concretizarem, o ser humano viverá um regime de escravidão jamais sonhado por qualquer outra civilização em qualquer outra época da história da humanidade.
O clube se reuniu pela primeira vez em 1954, na Holanda e dentre seus adeptos e convidados podemos encontrar:
presidentes de bancos centrais de diversos países, especialistas em defesa, barões da imprensa de massa, ministros de governo, primeiros-ministros, membros de famílias reais, economistas internacionais e líderes políticos da Europa e da América do Norte. Alguns dos líderes financeiros e estrategistas de política externa do Ocidente participam do Bilderberg.
Donald Rumsfeld é um Bilderberger ativo, assim como Peter Sutherland, da Irlanda, um ex-comissário da União Européia e presidente do Goldman Sachs e British Petroleum.
Rumsfeld e Sutherland compareceram em conjunto em 2000, na câmara da companhia de energia suíço-sueca ABB.
O político e professor universitário Jorge Braga Macedo e Francisco Pinto Balsemão são dois exemplos portugueses.
O ex-secretário de defesa dos Estados Unidos e atual presidente do Banco Mundial Paul Wolfowitz também é um membro, assim como Roger Boothe Jr. O presidente atual do grupo é Etienne Davignon, empresário e político belga.
Outras pessoas bastante conhecidas seriam:
Henry Kissinger; David Rockefeller e família; George Bush e família; Bill Clinton e Hilary Clinton; Thimoty Geithner; Susan Rice; Gen James L. Jones; Thomas Donilon; Paul Volcker; Admiral D C Blair; Robert Gates; James Steinberg; Richard M Haass; Alan Greenspan; Richard C Holbrooke; and many others.
A lista é grande, são mais de 150 membros que se reúnem para discutir o que vamos assistir, o que vamos comprar, o que vamos comer, se vamos comer, qual será o próximo país a sofrer guerras, onde haverá fome, quem será o próximo presidente americano, que país quebrará, etc. etc.
O que mais assusta nisso tudo é que a imprensa mundial sabe do fato e não informa os cidadãos, não informa que o seu futuro e o futuro do planeta estão sendo decididos secretamente por gente que não está nem ai para ninguém.
Vale a pena assistir aos vídeos dos documentários no Youtube. Os endereços estão abaixo.
Quem sabe assim a gente poderia ter alguma coisa para conversar além da Fazenda e do Big Brother.
http://www.youtube.com/watch?
http://www.youtube.com/watch?
quarta-feira, 10 de junho de 2009
A Senhora Ditadura Está de Volta

domingo, 15 de março de 2009
O The Economist, As Novelas e o Pobre Cidadão

Em matéria de 13 de março de 2009, intitulada "Para 'Economist', telenovelas exerceram influência positiva no Brasil", o jornal online da BBC nos informa que a revista britânica acredita firmemente que "as novelas da TV Globo podem ter exercido uma influência positiva nos hábitos e comportamentos dos brasileiros".
Segundo o jornal, essa afirmação tem sua origem num artigo publicado pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) cujo título é "Intitulado Soaps, sex and sociology ("Novelas, sexo e sociologia", em tradução livre)".
Para o BID, com a chegada do sinal de Rede Globo em algumas regiões, houve um aumento dos índices de natalidade e divórcios.
A revista afirma que o fato de a Globo mostrar em suas novelas uma realidade bem diferente da vivida pela maioria dos brasileiros - "com famílias menores e mais ricas que a média" -, teria estimulado modificações nestes dois importantes indicadores sociais.
Revela ainda que a venda das televisões foram estimuladas pela ditadura, quer queria construir "um senso de nação" num país de analfabetos e que muitos dos profissionais da televisão aproveitaram a oportunidade para atingir as massas.
Para finalizar, a BBC ainda nos repassa a informação de que o "The Economist" brinca afirmando que "se a Globo pudesse lançar agora uma novela sedutora sobre reforma tributária, a transformação do Brasil estaria completa"
Bem, se agente ler a matéria rapidamente e sem nenhum tipo de questionamento, fica parecendo que realmente as novelas da Rede Globo fizeram e fazem muito bem aos brasileiros. Vindo do BID eu duvido! Porque o banco lançaria um artigo desses? À toa?
E porque propagandear esse artigo, à primeira vista ínfimo, numa revista inglesa tão importante?
E porque ela foi parar num jornal online inglês feito para nós, brasileiros?
Questionando algumas coisas que estão sendo afirmadas poderemos ter uma visão bem diferente do que eles chamam de “influência positiva no Brasil”.
- O aumento de natalidade (e nesse caso acima da média em determinadas regiões, que inclusive não foram citadas) interessaria a quem? Às famílias ou ao próprio sistema capitalista?
- O aumento de divórcios é positivo em que sentido? No sentido de deixar milhares ou milhões de crianças órfãos de pai ou mãe, e em certas condições dos dois? Oi de trazer á tona algo que não estaria funcionando direito dentro das famílias brasileiras?
- Se a Globo vem mostrando uma realidade bem diferente da maioria da população, eu pergunto que tipo de cultura disseminada é essa? Ela serve a quem? Porque fica claro que à população (que gostaria de ter sua cultura, gostos e modos de vida respeitados) está então sendo enganada e roubada em seu patrimônio cultural.
- O artigo revela ainda que as televisões foram estimuladas pela ditadura. Mas para que? Para levar cultura e conhecimento à população ou para exercer o tipo de escravidão cultural e de valores que até hoje estamos submetidos? Sim, porque como afirmam no artigo, se alguns profissionais aproveitaram para atingir as massas, os militares, treinados na época pela CIA, também não estavam fazendo o mesmo, mas com outras intenções?
- Se a transformação do Brasil seria completa caso a Globo lançasse uma novela provocando a reforma tributária, não estaria ai então a prova cabal de que somos governados pela mídia e não pelos políticos nos quais votamos?
Se for assim então, é preciso deixar bem claro que o voto não adianta nada e que o que adianta mesmo é uma boa novelinha no início da noite.

